O atual defensor público-geral federal, Leonardo Magalhães, foi o mais votado na eleição virtual para escolher quem vai comandar a DPU (Defensoria Pública da União) no biênio 2026-2028, segundo resultado divulgado pelo órgão nesta sexta-feira (12).

Ele recebeu 486 votos. Em segundo lugar, com 279 votos, ficou Tarcijany Linhares Aguiar Machado, atual defensora regional de direitos humanos substituta no Ceará. Fabiano Caetano Prestes, da categoria especial e lotado em Brasília (DF), teve 251 votos e foi o terceiro mais votado.

Também participaram da eleição o defensor federal da 2ª categoria Leonardo de Castro Trindade, lotado em São Paulo e que recebeu 240 votos, e o defensor federal de categoria especial Holden Macedo da Silva, com 188 votos.

Após a fase de recursos e a divulgação do resultado final, no dia 17, os nomes vão compor a lista tríplice que será enviada ao presidente Lula (PT), que escolherá um dos nomes.

O escolhido, a seguir, precisará ser sabatinado no Senado, onde terá que contar com o apoio da maioria dos senadores.

A votação ocorreu entre esta quinta-feira (11) e esta sexta-feira (12). Os candidatos precisavam ter idade mínima de 35 anos, estabilidade na carreira e ter efetiva atividade nas funções de defensor público federal.

Atual defensor público-geral federal, Magalhães foi indicado por Lula no final de novembro de 2023, depois que o Senado rejeitou o indicado anterior, Igor Roque —em um recado de insatisfação dos senadores ao governo.


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Leonardo Magalhães foi o mais votado na eleição virtual para o cargo de defensor público-geral federal da DPU (Defensoria Pública da União) para o biênio 2026-2028, com 486 votos. Tarcijany Linhares Aguiar Machado ficou em segundo lugar, com 279 votos, seguido por Fabiano Caetano Prestes, que obteve 251 votos. Também participaram da eleição Leonardo de Castro Trindade, com 240 votos, e Holden Macedo da Silva, com 188 votos. O resultado final será divulgado no dia 17, após a fase de recursos, e os três nomes mais votados formarão a lista tríplice que será enviada ao presidente Lula, que fará a escolha final. O indicado precisará passar pela sabatina no Senado e obter a aprovação da maioria dos senadores. A votação ocorreu entre os dias 11 e 12 deste mês, contemplando candidatos com pelo menos 35 anos, estabilidade na carreira e atuação efetiva na defensoria. Magalhães foi nomeado por Lula em novembro de 2023, após a rejeição do nome anterior, Igor Roque, pelo Senado, refletindo a insatisfação dos senadores com o governo. Essa eleição marca um momento crucial para a DPU, influenciando diretamente a Defensoria Pública e suas diretrizes futuras.

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da FONTE.

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