Os fatores humanos do candidato, como o medo, a vaidade e a busca por aprovação podem ser mais decisivos em uma campanha eleitoral do que estatísticas e discursos.
Essa é a conclusão de um novo livro, que busca entender o que mexe com a cabeça de um político no período eleitoral.
Os autores do Cabeça de Candidato, o marqueteiro Alberto Lage e a psicóloga Iracema Rezende, contam casos de bastidores para ilustrar argumentos sobre o que faz uma campanha ter mais ou menos chances de vitória na urna.
Na maior parte dos casos relatados, o nome do candidato não é citado. Mas há situações reveladas, como do ex-prefeito de São Paulo e ex-governador do estado Paulo Maluf e dos bastidores da campanha presidencial de Lula (PT) em 2002.
“Não cabe ao marqueteiro, na campanha, organizar o funcionamento do grupo político ou pedir que a família do candidato não o deixe mais nervoso do que ele já está. No livro, falamos de erros que gostaríamos que o candidato soubesse evitar, com uma sinceridade que não cabe na relação entre cliente e fornecedor”, afirma Alberto Lage.
Publicado pela editora Labrador, o livro tem prefácio de Felipe Nunes, professor da UFMG e fundador do instituto de pesquisa Quaest. O lançamento será neste sábado (4), na Livraria da Rua, em Belo Horizonte.
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Resumo do Conteúdo
O livro "Cabeça de Candidato", escrito pelo marqueteiro Alberto Lage e pela psicóloga Iracema Rezende, investiga os fatores emocionais que influenciam candidatos durante campanhas eleitorais, destacando que aspectos como medo, vaidade e a busca por aprovação podem ser mais impactantes do que dados estatísticos ou discursos elaborados. Com relatos de bastidores que envolvem figuras como Paulo Maluf e a campanha presidencial de Lula em 2002, os autores discutem como a dinâmica emocional e as relações pessoais podem afetar o desempenho eleitoral. Lage, em sua análise, menciona que muitas vezes não é suficiente orientá-los em questões organizacionais, mas sim ajudando-os a evitar erros que podem ser prejudiciais, o que muitas vezes não é discutido abertamente entre candidatos e marqueteiros. O livro, publicado pela editora Labrador, será lançado no sábado (4) em Belo Horizonte, com prefácio de Felipe Nunes, um pesquisador renomado.
Os fatores humanos do candidato, como o medo, a vaidade e a busca por aprovação podem ser mais decisivos em uma campanha eleitoral do que estatísticas e discursos. Essa é a conclusão de um novo livro, que busca entender o que mexe com a cabeça de um político no período eleitoral. Os autores do Cabeça de Candidato, o marqueteiro Alberto Lage e a psicóloga Iracema Rezende, contam casos de bastidores para ilustrar argumentos sobre o que faz uma campanha ter mais ou menos chances de vitória na urna. Na maior parte dos casos relatados, o nome do candidato não é citado. Mas há situações reveladas, como do ex-prefeito de São Paulo e ex-governador do estado Paulo Maluf e dos bastidores da campanha presidencial de Lula (PT) em 2002. "Não cabe ao marqueteiro, na campanha, organizar o funcionamento do grupo político ou pedir que a família do candidato não o deixe mais nervoso do que ele já está. No livro, falamos de erros que gostaríamos que o candidato soubesse evitar, com uma sinceridade que não cabe na relação entre cliente e fornecedor", afirma Alberto Lage. Publicado pela editora Labrador, o livro tem prefácio de Felipe Nunes, professor da UFMG e fundador do instituto de pesquisa Quaest. O lançamento será neste sábado (4), na Livraria da Rua, em Belo Horizonte.
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