O Palácio dos Correios deverá abrigar, a partir de março de 2026, centrais de monitoramento do Smart Sampa, da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) e SPTrans (gestão do transporte público).

A mudança de toda a estrutura destes equipamentos para o prédio histórico, no centro da capital, já está sendo conduzida pela Adesampa, agência de desenvolvimento da prefeitura, contratada pela Secretaria de Governo. O prédio está passando por reformas.

O local também deverá servir de ponto de monitoramento para outras pastas, como a de Infraestrutura e Obras e a das Subprefeituras, responsável por serviços de zeladoria. O espaço deverá funcionar 24 horas por dia e será batizado como SP24.

“Vamos criar uma central de monitoramento e de inteligência, interligando todos esses órgãos”, disse Renan Marino Vieira, diretor da Adesampa.

“Outro ponto interessante, no prédio, será a área de tecnologias criativas para experiências imersivas, onde a população poderá ter uma vivência do que é a cidade de São Paulo, do passado, do presente e do futuro”, completa Vieira.

A gestão Ricardo Nunes (MDB) ainda não revelou o total de investimento com reforma do prédio, mas estima que, somente para abrigar o Smart Sampa, deverá desembolsar R$ 30 milhões.

Em maio deste ano, a prefeitura e os Correios assinaram um termo de cessão de uso gratuito com prazo de vigência por 15 anos.

O prédio, inaugurado em 1922 e tombado desde 2012, tem 11 mil metros quadrados. Os Correios estimam que a sua manutenção anual custa R$ 3,6 milhões. Caberá à prefeitura reformá-lo e arcar com a manutenção.


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O Palácio dos Correios será transformado em um centro de monitoramento multi-agências, previsto para abrir em março de 2026. A iniciativa, conduzida pela Adesampa, visa integrar a CET, CGE e SPTrans em um espaço que operará 24 horas por dia, denominado SP24. Além das funções de monitoramento, o local contará com áreas para experiências imersivas sobre a cidade de São Paulo, passando por grande reforma que deverá custar cerca de R$ 30 milhões, conforme estimativas da gestão Ricardo Nunes. Este prédio histórico, inaugurado em 1922 e tombado desde 2012, abrigará também pastas relacionadas à infraestrutura e zeladoria. A prefeitura assumirá a responsabilidade pela reforma e manutenção anual, estimada em R$ 3,6 milhões, após a assinatura de um termo de cessão de uso gratuito com os Correios, que tem validade de 15 anos. A proposta visa não apenas a modernização de serviços, mas também uma nova abordagem para a interação da população com as diversas facetas da metrópole, unindo tecnologia, monitoramento e preservação histórica.

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da FONTE.

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