Vice-presidente da Câmara dos Deputados, Altineu Côrtes (PL-RJ) nega que tenha sido o responsável pela indicação de Rodrigo de Lemos Lopes, destituído pela Caixa Econômica Federal da Vice-Presidência de Sustentabilidade e Cidadania Digital.
A exoneração ocorreu na última sexta-feira (11) por decisão do governo, como resposta à derrubada da MP dos impostos pela Câmara dos Deputados.
“Eu não sei quem é essa pessoa. Não indiquei ninguém neste governo, nem a este cargo, nem a qualquer outro. Não sei por que estão ligando essa pessoal a mim”, afirma Côrtes, que é ex-líder do PL na Casa e aliado próximo do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB).
A demissão de Lopes não foi a única neste movimento de retaliação do governo. Também perderam seus cargos José Trabulo Junior, consultor da presidência do banco e aliado do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e superintendentes regionais de ministérios indicados pelo MDB e PSD.
O governo diz que está fazendo uma reacomodação de sua base política, para premiar parlamentares fiéis em pautas importantes que são votadas no Congresso Nacional.
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Vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), nega responsabilidade na indicação de Rodrigo de Lemos Lopes, destituído da Vice-Presidência de Sustentabilidade e Cidadania Digital da Caixa Econômica Federal. A exoneração, decidida pelo governo após a queda da MP dos impostos na Câmara, é vista como uma retaliação política. Côrtes, próximo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou: "Não sei quem é essa pessoa. Não indiquei ninguém neste governo." A demissão de Lopes não foi isolada; outros aliados do governo também perderam seus cargos, incluindo José Trabulo Junior, consultor da presidência, e superintendentes regionais. O governo justifica as demissões como parte de uma reacomodação política, buscando fortalecer sua base ao recompensar parlamentares que apoiam pautas cruciais no Congresso.
A situação evidencia a instabilidade política no governo e as manobras para garantir apoio nas votações, refletindo um ambiente em que as nomeações são influenciadas por lealdade partidária. A exoneração de Lopes, aliada a outras demissões, indica uma estratégia de retenção de aliados e uma resposta direta às tensões políticas atuais na Câmara.
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