Acusado de desviar cotas parlamentares, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) publicou um vídeo nas redes sociais, nesta sexta-feira (19), alegando ser vítima de perseguição e negando qualquer irregularidade após ter sido alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal.
Jordy e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), foram alvos de mandatos de busca e apreensão no âmbito da operação Galho Fraco, que investiga o desvio de recursos destinados da cota parlamentar utilizando empresas de fachada.
“Hoje, novamente aniversário da minha filha, estão fazendo novamente essa perseguição covarde contra mim, alegando que eu teria desviado recursos de cota parlamentar usando uma empresa de aluguel de veículos de fachada”, afirma. “Sendo que é a mesma empresa que alugo carros desde o meu início de mandato”, justifica.
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No vídeo, Jordy explica que a acusação seria de que “chama muita a atenção” o número de veículos da empresa em questão, que teria apenas cinco carros disponíveis para aluguel, enquanto concorrentes do mesmo porte teriam cerca de 20 veículos na frota.
Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino. Perseguição implacável! pic.twitter.com/47uqdEsqPu
— Carlos Jordy (@carlosjordy) December 19, 2025
Entenda a operação
Segundo a PF, políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e a posterior ocultação de verba pública das cotas parlamentares. A investigação apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Durante a ação, os celulares dos parlamentares foram apreendidos.
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