[RESUMO] “Frankenstein”, de Guillermo del Toro, não é só uma adaptação literária, mas uma parábola que reflete angústias sobre o avanço da inteligência artificial. Autores sustentam que os grandes modelos de linguagem empobrecem vínculos afetivos e reorganizam a circulação do conhecimento humano e que o longa-metragem põe em perspectiva o que pode ocorrer quando sociedades entregam a mediação da realidade a sistemas que ninguém controla plenamente.
Leia mais (01/14/2026 – 13h00)
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