
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro avança aos 178,3 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,29 e juros futuros operam mistos.
- Alívio com tensões geopolíticas seguem no exterior; PF cumpre mandados em operação ligada ao Master.
- Ouro avança rumo à impensável marca de US$ 5.000 alimentado por dólar fraco.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Dólar comercial abre em alta de 0,16%, cotado a R$ 5,292 na compra e a R$ 5,293 na venda
Ibovespa futuro abre em alta de 0,29%, cotado aos 177.890 pontos
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) abre dia com alta de 0,30%, aos 177.875 pontos
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) começa o dia com alta de 0,11%, cotado a 5.304,50
Dólar futuro abre em alta de 0,13%, cotado aos 5.303,50 pontos
Preços do diesel no Brasil diminuem diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 95 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 263 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -5%, ou -R$ 0,17 (ontem: -9% ou -R$ 0,30)
- Gasolina A (média nacional): +10%, ou +R$ 0,25 (ontem: +7% ou +R$ 0,19)
IRB(Re) tem lucro líquido de R$27,3 milhões em novembro
O IRB(Re) registrou lucro líquido de R$27,3 milhões em novembro de 2025, abaixo dos R$67,1 milhões de outubro e também dos R$64,9 milhões apurados um ano antes, de acordo com dados publicados pela companhia em seu site. Os prêmios emitidos totalizaram R$398,8 milhões, abaixo do mês anterior (R$427,6 milhões) e de novembro de 2024 (R$500,1 milhões), enquanto os prêmios retidos somaram R$313,3 milhões, de R$198,1 milhões em outubro e R$394 milhões um ano antes. Os números da empresa de resseguros mostraram ainda um resultado de underwriting de apenas R$32,3 milhões, contra R$108,5 milhões em outubro e R$88,5 milhões em novembro de 2024. O índice de sinistralidade, por sua vez, aumentou para 63,9% em novembro do ano passado, de 51,1% um mês antes e 56,1% no mesmo período do ano anterior.
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Brex, fundada por brasileiros, sela venda para a Capital One por US$ 5,15 bi
Fintech será incorporada ao grupo, com Pedro Franceschi à frente e fechamento previsto para 2026.
Ordem mundial está mudando, mas não é uma ruptura, diz presidente do BCE em resposta a premiê do Canadá
A ordem mundial atual está mudando, mas sua transformação não é uma ruptura, disse nesta sexta-feira a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, rebatendo o argumento do primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, de que “estamos no meio de uma ruptura”. “Não estou exatamente na mesma página que Mark”, disse Lagarde ao Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. “Acho que nós, formuladores de políticas, estamos em um ponto em que temos de analisar o Plano B, mas mesmo com esses planos B … Não tenho certeza se deveríamos estar falando de ruptura”, disse ela. “Acho que deveríamos estar falando sobre alternativas.”
Dinamarca e Otan buscam aumentar segurança no Ártico em meio à crise na Groenlândia
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, disse nesta sexta-feira que concordou com o chefe da Otan, Mark Rutte, que a aliança precisa aumentar a segurança no Ártico, após semanas de turbulência sobre a ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia. Os governos da Dinamarca e da Groenlândia, um território autônomo dinamarquês, insistem que a soberania sobre a ilha não está em discussão, mas disseram que estão abertos a conversas sobre uma ampla gama de outros tópicos. Trump disse na quinta-feira que havia garantido o acesso total e permanente dos EUA à Groenlândia após conversas com Rutte, enquanto o chefe da Otan afirmou que os aliados teriam que intensificar os esforços para afastar as ameaças da Rússia e da China no extremo norte. “Concordamos que a Otan precisa aumentar seu envolvimento no Ártico. A defesa e a segurança no Ártico são uma questão para toda a aliança”, declarou Frederiksen em uma postagem na mídia social na sexta-feira, juntamente com uma foto dela e de Rutte em Bruxelas. Rutte disse que estava trabalhando com a liderança dinamarquesa para aumentar a dissuasão e a defesa.
BPCL assinará compra de 12 mi barris de petróleo da Petrobras, diz governo da Índia
A refinaria estatal indiana Bharat Petroleum Corp assinará um acordo com a Petrobras para comprar 12 milhões de barris de petróleo brasileiro avaliados em US$780 milhões na conferência India Energy Week na próxima semana, segundo um comunicado do governo da Índia desta sexta-feira.
Indian Oil compra petróleo do Brasil, Angola e Emirados Árabes Unidos para substituir produto russo, dizem fontes
A Indian Oil Corp, principal refinaria da Índia, comprou 7 milhões de barris de petróleo, incluindo da brasileira Petrobras (PETR4), para carregamento em março, a fim de substituir o petróleo russo, informaram duas fontes comerciais familiarizadas com o assunto. As refinarias indianas estão recalibrando suas estratégias para se afastar da Rússia, seu principal fornecedor, e aumentar as importações do Oriente Médio, uma medida que poderia ajudar Nova Délhi a fechar um acordo comercial com os Estados Unidos para reduzir as tarifas. A refinaria adquiriu 1 milhão de barris do tipo Murban de Abu Dhabi da Shell e 2 milhões de barris de Upper Zakum da trader Mercuria, disseram as fontes. A IOC também adquiriu 1 milhão de barris de Hungo e 1 milhão de barris de Clove de Angola da Exxon, acrescentaram. A IOC também comprou 2 milhões de barris de petróleo de Búzios, da Petrobras, de acordo com seu contrato opcional que oferece flexibilidade para fechar um acordo em termos mutuamente acordados, disseram as fontes. Os detalhes sobre precificação não estavam imediatamente disponíveis. Os compradores e vendedores de petróleo normalmente não fazem comentários sobre esses negócios devido a acordos de confidencialidade. As importações de petróleo russo pela Índia caíram para o nível mais baixo em dois anos em dezembro, enquanto a parcela de importações dos países da Opep atingiu o nível mais alto em 11 meses, segundo dados comerciais. (Reuters)
PF deflagra operação contra RioPrevidência por investimentos ligados ao Master
Operação investiga investimentos feitos entre 2023 e 2024 e cumpre mandados contra diretores do fundo previdenciário do RJ.
BC manda BRB provisionar R$ 2,6 bi para cobrir fraude do Master, diz jornal
Na véspera, o BRB enviou comunicado aos clientes reforçando a solidez e a estabilidade do banco estatal, em meio às dúvidas quanto à sua liquidez.
Governo propõe antecipar contratos de leilões para garantir segurança eletroenergética em 2026
O Ministério de Minas e Energia está propondo antecipar o início de contratos de usinas vencedoras dos leilões de reserva de capacidade, “visando segurança eletroenergética” para o ano de 2026, segundo portaria publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. O governo realizará grandes leilões em março deste ano para contratar mais potência de usinas termelétricas e hidrelétricas, em uma medida vista como fundamental para diminuir riscos ao suprimento de energia no país em meio ao forte crescimento das fontes renováveis, cuja geração é intermitente. Segundo a portaria, para 2026, o governo está propondo adotar, de maneira preventiva, uma consulta individual a cada vencedor dos leilões sobre interesse em antecipar seus contratos, “visando a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional”. A medida valeria para futuros vencedores dos leilões “LRCAP” que ainda acontecerão neste ano, e também para os do certame já realizado em 2022.
Xi Jinping garante a Lula apoio da China em tempos “turbulentos”
As declarações de Xi feitas em uma ligação telefônica com o homólogo brasileiro ocorreram após as críticas de Lula ao ataque dos EUA à Venezuela.
Núcleo da inflação do Japão desacelera em dezembro mas permanece acima da meta do BC
O núcleo da inflação ao consumidor do Japão desacelerou no ano até dezembro, mas permaneceu acima da meta de 2% do banco central, mostraram dados nesta sexta-feira, mantendo vivas as expectativas do mercado de futuros aumentos na taxa de juros. Em uma reunião de dois dias que se encerrou nesta sexta-feira, o Banco do Japão deixou inalterada sua taxa básica de juros em 0,75% e manteve suas previsões hawkish para a inflação nesta sexta-feira, enfatizando que permanecerá atento aos riscos de preços decorrentes de um iene fraco e sinalizando que as autoridades pretendem continuar aumentando os custos ainda baixos dos empréstimos em uma atmosfera politicamente carregada. O núcleo do índice de preços ao consumidor, que exclui os custos voláteis de alimentos frescos, aumentou 2,4% em dezembro na base anual, mostraram os dados, em linha com a previsão do mercado e desacelerando acentuadamente em relação ao ganho de 3,0% em novembro. A desaceleração deveu-se, em grande parte, ao efeito de base do salto do ano passado nos custos de energia, que foi causado pelo fim dos subsídios governamentais aos combustíveis. (Reuters)
Ouro avança rumo à impensável marca de US$ 5.000 alimentado por dólar fraco
Riscos geopolíticos e questionamentos à independência do Fed sustentam alta histórica.
BC do Japão sinaliza mais aumentos de juros e reforça alerta contra alta de rendimentos
O Banco do Japão manteve suas previsões hawkish para a inflação nesta sexta-feira e enfatizou que permanecerá atento aos riscos de preços decorrentes de um iene fraco, sinalizando que as autoridades pretendem continuar aumentando os custos ainda baixos dos empréstimos em uma atmosfera politicamente carregada. Em uma coletiva de imprensa após a decisão de manter a taxa de juros, o presidente do banco central, Kazuo Ueda, disse que os aumentos constantes dos salários estavam estimulando mais empresas a repassar os custos de mão de obra. Embora tenha dado poucas pistas sobre o momento da próxima elevação dos juros, Ueda enfatizou a necessidade de tomar decisões tempestivas e não se deixar deter pela coleta de dados, dizendo que o Banco do Japão utilizará informações mais rápidas, como pesquisas corporativas. “Como os preços e os salários aumentam gradualmente, estamos em uma fase em que precisamos examinar se isso continuará e, em caso afirmativo, em que ritmo, analisando vários dados para tomar nossa decisão sobre os juros”, disse Ueda na coletiva de imprensa. (Reuters)
Barris de petróleo e minério de ferro sobem
Os preços do petróleo sobem com a fraqueza do dólar e o apetite por risco contrariando as preocupações com o excesso de oferta. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, interrompendo uma sequência de seis dias de perdas, à medida que os preços persistentemente baixos de alguns ingredientes para a produção de aço aliviaram as preocupações com os custos para as siderúrgicas.
- Petróleo WTI, +1,45%, a US$ 60,22 o barril
- Petróleo Brent, +1,37%, a US$ 64,95 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,21%, a 795 iuanes (US$ 114,00)
Bolsas da Europa também recuam
Os mercados europeus operam em baixa, com os investidores digerindo os eventos em Davos, incluindo o discurso contundente do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky sobre o continente. Ele acusou a Europa de estar “perdida” enquanto tentava convencer Trump a “mudar” e apoiá-la, em vez de se unir para se defender.
- STOXX 600: -0,32%
- DAX (Alemanha): -0,19%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,10%
- CAC 40 (França): -0,60%
- FTSE MIB (Itália): -0,55%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta, acompanhando os ganhos em Wall Street, à medida que as preocupações geopolíticas diminuíram e os investidores avaliaram a decisão do Banco do Japão de manter as taxas de juros estáveis. O Banco Central do Japão manteve sua taxa básica de juros em 0,75%, enquanto o país se prepara para uma eleição na qual a primeira-ministra Sanae Takaichi, defensora de políticas monetárias expansionistas e apoio fiscal, enfrentará os eleitores pela primeira vez. Takaichi dissolveu a Câmara Baixa do Parlamento japonês na sexta-feira, e o país deverá realizar eleições antecipadas em 8 de fevereiro.
- Shanghai SE (China), +0,33%
- Nikkei (Japão): +0,29%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,45%
- Nifty 50 (Índia): -0,94%
- ASX 200 (Austrália): +0,13%
EUA: índices futuros recuam juntos
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (23), após dois dias consecutivos de ganhos, devido à diminuição das preocupações geopolíticas. As tensões diminuíram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, abandonou suas ameaças de impor tarifas a países europeus que se opõem aos seus planos de adquirir a Groenlândia. Os investidores estarão atentos ao índice de gerente de compras (PMI) nos EUA, em busca de pistas sobre a saúde da maior economia do mundo. O mercado também acompanha de perto as mudanças na liderança do Federal Reserve (Fed), já que o presidente Donald Trump afirmou que em breve revelará o sucessor de Jerome Powell.
- Dow Jones Futuro: -0,26%
- S&P 500 Futuro: -0,26%
- Nasdaq Futuro: -0,38%
Abertura de mercados
O mercado internacional segue mostrando alívio nesta sexta-feira com o cenário geopolítico, enquanto na cena nacional a Polícia Federal cumpre mandados envolvendo a RioPrevidência em operação ligada a Banco Master. A Polícia Federal realiza mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira no Rio de Janeiro em investigação para apurar a suspeita de operações financeiras irregulares envolvendo a RioPrevidência, no mais recente desenvolvimento do caso do Banco Master, de acordo com fontes. Sem citar nomes, a PF explicou que a investigação visa apurar um conjunto de nove operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$970 milhões de recursos pertencentes a autarquia responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro em Letras Financeiras emitidas por banco privado. Ainda nesta sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja a Maceió, onde participa de cerimônia de entrega de moradias, e em seguida vai a Salvador, para o encerramento de encontro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). No exterior, as ações mundiais se mantinham firmes depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aliviou sua retórica sobre a Groenlândia. O destaque era o iene, que mostrava volatilidade nesta sessão com operadores nervosos de que as autoridades japonesas estejam perto de intervir diretamente nos mercados para sustentar sua moeda. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com novas altas
Investidores em Wall Street voltaram às compras, com a geopolítica em foco e os novos dados econômicos surgindo – PIB do 3T25 e inflação PCE de novembro. “Muitas vezes, as declarações vindas da Casa Branca fazem parte de uma negociação maior, com o objetivo de alcançar um determinado resultado. Portanto, qualquer ruído que ocorra durante esse processo, na maioria das vezes, acaba se tornando uma oportunidade de compra”, disse à CNBC Eric Parnell, estrategista-chefe de mercado do Great Valley Advisor Group. “Os fundamentos do mercado continuam sólidos”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,63 | 49.384,01 |
| S&P 500 | 0,55 | 6.913,35 |
| Nasdaq | 0,91 | 23.436,02 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,680 | -0,045 |
| DI1F28 | 13,010 | -0,065 |
| DI1F29 | 13,045 | -0,075 |
| DI1F31 | 13,385 | -0,070 |
| DI1F32 | 13,515 | -0,060 |
| DI1F33 | 13,570 | -0,080 |
| DI1F35 | 13,630 | -0,075 |
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 0,67%
O dólar comercial emendou a segunda queda diante do real e mais uma vez com amplitude. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,40%, aos 98,36 pontos.
- Venda: R$ 5,284
- Compra: R$ 5,283
- Mínima: R$ 5,281
- Máxima: R$ 5,326
Ibovespa fechou ontem com alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 177.741,56 (máxima histórica)
- Mínima: 171.817,23
- Diferença para a abertura: +3.772,68 pontos
- Volume: R$ 44,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,03%
- Terça-feira (20): +0,87%
- Quarta-feira (21): +3,33%
- Quinta-feira (22): +2,20%
- Semana: +6,55%
- Janeiro: +8,98%
- 1T26: +8,98%
- 2026: +8,98%
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