
O Ibovespa encerrou a última sessão em forte queda, marcando uma correção mais intensa após a sequência recente de máximas. O índice recuou 2,14%, aos 181.708 pontos, depois de oscilar entre a mínima em 180.268 pontos e a máxima em 185.670 pontos. Vale lembrar que, nos últimos pregões, o mercado havia renovado a máxima histórica na região dos 187.333 pontos, o que reforça a leitura de ajuste técnico em curso.
Pelo gráfico diário, observo que, apesar da baixa registrada na última semana, o Ibovespa ainda negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, caracterizando o movimento atual como correção dentro de uma tendência de alta. No pregão mais recente, contudo, houve clara predominância de fluxo vendedor, o que pode ter continuidade no curto prazo. O IFR (14) em 67,64, em zona neutra.
Para que o índice volte a ganhar tração altista, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador capaz de superar a região de resistência em 185.670/186.449 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 187.333 pontos. Acima desses níveis, os alvos projetados voltam a se concentrar em 190.085 pontos e, em uma projeção mais longa, na faixa de 192.785/195.485 pontos.
Em contrapartida, a manutenção do viés negativo depende da perda da região de suporte em 180.088/177.741 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 175.500/169.629 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa confirmou o enfraquecimento ao fechar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando a leitura de continuidade do movimento corretivo no curtíssimo prazo. Para interromper esse fluxo de baixa, o índice precisará reconquistar a resistência em 182.140/182.850 pontos, sinalizando retomada de força compradora no intradiário.
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Caso essa recuperação se confirme, os próximos alvos passam a ser a região de 183.735/185.670 pontos, com extensão até a faixa de 186.895/187.333 pontos.
Por outro lado, para que o Ibovespa siga com o fluxo de baixa, será determinante o rompimento da faixa de suporte em 180.088/177.741 pontos. A perda dessa região tende a intensificar o movimento vendedor, com potencial para levar o índice a 176.722/175.268 pontos e, em um cenário mais alongado, à região de 171.815/170.765 pontos.

Minicontratos
O cenário de curtíssimo prazo segue mais pressionado após a queda expressiva, apesar de uma leve reação no fim do pregão. No gráfico de 15 minutos, o mercado monitora de perto o suporte em 181.705/180.935 e a primeira resistência em 182.530/183.480, níveis que devem balizar a direção imediata.
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Já no gráfico de 60 minutos, o mini-índice fechou abaixo das médias, o que mantém o viés cauteloso e sugere que o mercado ainda busca definição após a correção.

O contrato operou com leve viés positivo, mas ainda sem confirmação de fluxo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.265/5.241,5 e a primeira resistência em 5.277,5/5.292,5.
Já no gráfico de 60 minutos, observo um mercado lateralizado, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o cenário indefinido no curtíssimo prazo.
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Acompanhei mais uma sessão de forte pressão vendedora no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou o último pregão em queda de 4,46%, aos 385.260 pontos, ampliando a sequência negativa e reforçando a deterioração do quadro técnico no curto prazo.
Pelo gráfico diário, o ativo voltou a fechar no negativo, em um movimento que confirma a predominância do fluxo vendedor. O rompimento de importantes faixas de suporte manteve a estrutura de baixa e reforçou o viés defensivo. O contrato segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável, caracterizando um movimento esticado de baixa. O IFR (14) recuou para 20,08, entrando em zona de sobrevenda — condição que, embora não reverta a tendência, aumenta a probabilidade de repique técnico pontual.
No cenário operacional, a continuidade do fluxo de baixa depende do rompimento consistente da faixa de 381.260/368.160, o que pode abrir espaço para movimentos mais amplos em direção a 335.345/319.630, com alvos mais distantes na região de 294.980/278.290.
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Por outro lado, uma tentativa de recuperação exigirá a superação da resistência em 402.720/421.920; acima desse patamar, o mercado pode buscar 433.580/451.240, com projeção estendida para 462.205/474.165.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (05).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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