
O Ibovespa encerrou a última sessão em leve baixa, em um movimento de acomodação após renovar máxima histórica no intradiário. O índice recuou 0,13%, aos 191.247 pontos, depois de oscilar entre a mínima em 190.419 pontos e a máxima em 192.623 pontos, novo topo histórico.
No gráfico diário, observo que, apesar da correção pontual, o índice segue firme acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de alta como estrutura principal. O movimento atual ainda se caracteriza como ajuste técnico dentro de um cenário construtivo. O IFR (14) em 69,52, em zona neutra, indica equilíbrio momentâneo, sem perda clara de força compradora.
Para que o Ibovespa retome o movimento de alta, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para romper novamente a máxima histórica em 192.625 pontos. Acima desse nível, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540/200.000 pontos.
Em sentido oposto, a consolidação de um movimento corretivo mais amplo dependerá da perda da faixa de suporte em 188.525/183.662 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 180.088/177.741 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice também apresentou leve correção, mas segue negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, preservando o viés altista no curtíssimo prazo. Para retomar a aceleração, precisa superar a resistência em 191.675 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 192.625 pontos. Se houver rompimento dessas faixas, os próximos alvos intradiários passam a ser 193.100 pontos, com extensão até a região de 193.600/194.700 pontos.
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Por outro lado, para que o Ibovespa dê continuidade ao fluxo corretivo, será determinante a perda da faixa de suporte em 190.420/188.525 pontos. Caso esse nível seja rompido com aumento de volume, pode haver intensificação da pressão vendedora, levando o índice a buscar 187.795/186.700 pontos e, em cenário mais amplo, a região de 185.000/183.470 pontos.

Minicontratos
Acompanhei o mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrando a última sessão (25/02) em queda de 0,36%, aos 194.310 pontos, configurando movimento corretivo no curtíssimo prazo.
O contrato entrou em ajuste após as altas recentes e passou a negociar abaixo das médias no intraday. No gráfico de 15 minutos, observo como referência imediata o suporte em 194.265/193.670 e a resistência em 194.665/195.395, faixas que devem ditar o ritmo do pregão.
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Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também fechou abaixo das médias, mas segue dentro de um canal de alta, o que mantém o viés estrutural positivo.

O contrato segue pressionado, negociando abaixo das médias no intraday e mantendo forte viés negativo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.121/5.113, enquanto a primeira resistência aparece em 5.129,5/5.137.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos, indicando continuidade do movimento corretivo no curtíssimo prazo.
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Após uma sequência de perdas expressivas, acompanhei uma reação consistente no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou a última sessão em alta de 7,01%, aos 353.020 pontos, configurando um movimento relevante de recuperação no curto prazo.
No gráfico diário, a alta da sessão marca um repique importante após as baixas recentes. O contrato agora oscila entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando tentativa de recuperação. Diferentemente das sessões anteriores, o ativo já não opera tão afastado das médias, o que pode favorecer continuidade da recuperação caso o fluxo comprador ganhe consistência. O IFR (14) avançou para 36,35, em zona neutra.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda da faixa de 330.820/319.630, o que pode reabrir espaço para movimentos em direção a 294.980/278.290, com alvo mais distante em 262.365/250.445.
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Por outro lado, a continuidade da recuperação exigirá a superação da resistência em 357.400/375.500; vencida essa região, o ativo pode buscar 381.660/402.720, com projeção estendida para 421.920/433.580.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (26).

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