O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (16/03) em alta de 1,20%, aos 182.145 pontos, ensaiando reação após a sequência recente de pressão vendedora. O Ibovespa avançou 1,25%, aos 179.875 pontos, acompanhando a melhora do humor externo após sinalizações de que os EUA permitirão que o Irã continue exportando petróleo, o que derrubou os preços da commodity e reduziu as tensões globais. O movimento impulsionou Wall Street, enquanto no Brasil o dólar recuou para R$ 5,22 e os juros futuros caíram ao longo da curva, refletindo maior apetite por risco.
Para os traders de mini-índice, o destaque foi a recuperação das blue chips, com altas de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e dos grandes bancos, que sustentaram o avanço do índice. No radar permanecem as decisões de juros do Fed e do Copom nesta semana, além dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio, fatores que podem manter a volatilidade elevada no Ibovespa futuro.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento positivo, embora ainda esteja muito próximo das médias de 9 e 21 períodos, o que exige atenção para confirmar a continuidade da recuperação.
Para que o ativo mantenha o fluxo de alta, será necessário o rompimento da região de resistência em 182.235/182.955 pontos. Caso essa faixa seja superada com entrada de volume comprador, o contrato pode buscar 183.360/184.110 pontos, com alvo mais longo em 184.780/185.360 pontos.
Por outro lado, se houver retomada da pressão vendedora, o índice precisará perder a faixa de suporte em 181.915/181.310 pontos. A perda dessa região pode ampliar o movimento corretivo, levando o ativo a testar 180.945/180.085 pontos, com projeção mais longa em 179.260/178.900 pontos.
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No gráfico diário, observo que o mini-índice fechou a última sessão em alta, mas ainda permanece abaixo das médias móveis, o que indica que o movimento de recuperação ainda ocorre dentro de um contexto técnico mais frágil. Caso o ativo consiga superar a faixa de resistência em 183.320/185.360 pontos, poderá ganhar força no movimento comprador e projetar alvos em 188.165/189.250 pontos.
Por outro lado, a perda da região de 179.260/176.815 pontos tende a reacender o fluxo vendedor, abrindo espaço para 172.940/168.190 pontos. O IFR (14) marca 44,03, em região neutra.

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WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento positivo, voltando a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, o que sugere tentativa de retomada da força compradora no curto prazo.
Para dar continuidade ao movimento de alta, será necessário romper a faixa de resistência em 183.320/185.360 pontos. Caso essa região seja superada, o índice pode avançar para 186.390/188.165 pontos, com projeções adicionais em 189.250/190.860 pontos.
Por outro lado, se o mercado voltar a pressionar para baixo, o ponto de atenção estará na região de suporte em 181.310/179.260 pontos. A perda dessa faixa pode reacelerar o fluxo vendedor, levando o contrato a buscar 176.815/175.000 pontos, com alvos mais longos em 172.940/171.435 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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