
O Ibovespa encerrou a última sessão em leve alta, marcando o segundo pregão consecutivo de valorização e dando continuidade à tentativa de recuperação dentro do movimento corretivo recente. O índice avançou 0,32%, aos 182.509 pontos, após oscilar entre a mínima em 179.914 pontos e a máxima em 182.649 pontos. No pano de fundo, segue a referência da máxima histórica em 192.623 pontos, alcançada antes do início da correção.
No gráfico diário, observo que o índice segue negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, ainda inserido em um fluxo corretivo, mas com sinais de estabilização no curto prazo. O IFR (14) em 51,65, em zona neutra, reforça um cenário de equilíbrio entre compradores e vendedores, sem pressão extrema.
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Para que o Ibovespa consiga dar continuidade à recuperação, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a resistência em 182.975 pontos. Acima desse nível, os alvos projetados passam a ser 185.715/189.602 pontos, com extensão até a máxima histórica em 192.623 pontos.
Em contrapartida, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda da faixa de suporte em 180.740/175.050/171.815 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 166.467/161.765 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, destaco que o índice rompeu uma linha de tendência de baixa (LTB) e passou a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, indicando melhora do fluxo no curtíssimo prazo. Para dar sequência à alta, o Ibovespa precisa superar a região de resistência em 182.975/183.990 pontos. Caso esse rompimento se confirme, o mercado tende a enfrentar novas barreiras em 184.300/185.715 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/189.600 pontos.
Por outro lado, para que o índice retome o movimento corretivo, será determinante a perda da faixa de suporte em 180.880/179.910 pontos. Se esse nível for rompido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 177.320/175.050 pontos, com objetivo mais longo na região de 171.815 pontos.

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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (24/03) em alta de 0,82%, aos 185.665 pontos, mantendo o viés de recuperação no curtíssimo prazo.
Após a sequência recente de recuperação, sigo observando um mercado que tenta consolidar o fluxo comprador no intraday. No gráfico de 15 minutos, o ponto-chave está no suporte em 185.420/185.000 e na resistência em 186.780/187.200, que devem direcionar o curto prazo.
Já no gráfico de 60 minutos, o índice sustenta negociação acima das médias, sugerindo continuidade do movimento, desde que haja rompimento consistente das resistências.
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No gráfico de 15 minutos, o suporte imediato em 5.233/5.215,5 é o primeiro ponto-chave — sua perda pode reativar o fluxo de baixa. Já a resistência em 5.250/5.262 delimita o gatilho para recuperação.
No gráfico de 60 minutos, o ativo também segue abaixo das médias, reforçando um viés ainda frágil, embora sem aceleração direcional até aqui.

Acompanhei mais uma sessão de pressão vendedora no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em queda de 1,49%, aos 365.540 pontos, dando sequência ao movimento corretivo recente.
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No gráfico diário, observo que o contrato volta a fechar no negativo e segue oscilando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o cenário de indefinição no curto prazo. A sequência recente de baixas indica perda de força compradora, mas ainda sem confirmação de uma nova tendência direcional. O IFR (14) está em 44,35, em zona neutra.
Do ponto de vista estratégico, a continuidade do fluxo de baixa dependerá do rompimento da região de 356.660, o que pode pressionar o contrato em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335.
Por outro lado, uma retomada do movimento de alta exigirá a superação da faixa de resistência em 394.700/408.580; acima desse patamar, o ativo pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (25).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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