[RESUMO] Neville D´Almeida mesclou como poucos no Brasil, nas últimas seis décadas, a vanguarda nas artes plásticas, os filmes experimentais e o cinema popular. Aos 84, sempre provocador, ele fala da formação religiosa e cinematográfica, relembra as parcerias com Hélio Oiticica, Júlio Bressane e Rogério Sganzerla, dispara contra o cinema brasileiro atual e se diz excluído por amarras ideológicas e visões tacanhas do mercado.
Leia mais (03/28/2026 – 23h00)
________________________
__________________
_____________
_______
___






















