A sensação, quase um consenso, é que 2026 mal despontou e já fomos arremessados em uma marcha acelerada que não conhece freio nem marcha à ré. A cada amanhecer, uma nova avalanche de informações nos atropela, um escândalo inédito, uma catástrofe televisionada, um algoritmo que promete a felicidade instantânea. Nós, como espectadores de um espetáculo que não pedimos para ver, nos encontramos diante da tela ou da vida com uma espécie de torpor. Uma anestesia.
Leia mais (03/30/2026 – 14h00)
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