Diretor da Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade no Brasil (FNF Brasil), o alemão Hans-Dieter Holtzmann diz que o sucesso da COP30 dependerá da capacidade dos países de unirem liberdade econômica, inovação e sustentabilidade.

Ele participou no último dia 16 do evento “Brazil on the Road to COP30: Pathways for Energy Transition and Sustainable Development” (o Brasil na estrada para a COP30: caminhos para a transição e o desenvolvimento sustentável), promovido em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O diretor afirmou que a realização da conferência no Brasil representa “um marco histórico”.

“O fato de o Brasil sediar a COP é surpreendente e simbólico. O Brasil é uma das 20 maiores economias do mundo, tem a Amazônia, o maior bioma tropical do planeta, e uma longa tradição diplomática em sustentabilidade desde a Rio-92”, afirmou.

O evento contou também com as presenças de Paulo Guerra, diretor da Fundação Dom Cabral, Aurea Carvalho, gerente de Serviços Financeiros do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, e Lucas Carlos Lima, professor de Direito Internacional da UFMG.

Segundo Holtzman, o Brasil chega à COP30 com condições de reafirmar seu papel de liderança nas negociações climáticas globais e de apresentar ao mundo exemplos práticos de transição energética.

“O desafio agora é transformar essa vantagem em política pública duradoura e em oportunidades de desenvolvimento. A modernização econômica deve servir aos objetivos climáticos, e não o contrário”, afirmou.


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Hans-Dieter Holtzmann, diretor da Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade no Brasil, destaca que o sucesso da COP30 dependerá da união entre liberdade econômica, inovação e sustentabilidade. Durante o evento “Brazil on the Road to COP30”, realizado em parceria com a UFMG, Holtzmann considerou a conferência um “marco histórico”, dada a posição do Brasil como uma das 20 maiores economias globais e sua rica tradição em sustentabilidade desde a Rio-92. Juntamente com outros especialistas, ele enfatizou que o Brasil tem a oportunidade de reafirmar sua liderança nas negociações climáticas e mostrar práticas eficazes de transição energética. O desafio, segundo Holtzmann, é transformar essa vantagem em políticas públicas duradouras que promovam desenvolvimento e modernização econômica alinhadas com os objetivos climáticos, revertendo a lógica que historicamente privilegiou o crescimento econômico em detrimento da sustentabilidade. A comunicação clara e colaborativa será essencial para que o Brasil aproveite a COP30 como uma plataforma para impulsionar essas transformações necessárias em nível global.

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da FONTE.

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