[RESUMO] A indicação de Erika Hilton, deputada trans, para presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara e a aprovação no Senado de um projeto de lei que criminaliza a misoginia viraram o epicentro de uma intensa guerra cultural sobre o que é ser mulher. Postura rígida de parcela significativa da esquerda nesse tema, contrastando até com opiniões mais consensuais do grupo em assuntos identitários, mostra a dificuldade em dialogar e convencer a população, algo temerário sobretudo em ano eleitoral.
Leia mais (03/31/2026 – 10h00)
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