A Folha vai exibir o documentário “O Brasil que Não Houve: As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas”, dirigido por Renato Terra e Arnaldo Branco.
A sessão, no próximo dia 23 (quinta-feira), às 17h, acontece no auditório do jornal, é gratuita e exclusiva para assinantes.
Após a exibição do filme, o diretor conversa com o público e com Antonio Prata, escritor e colunista da Folha. As inscrições para acompanhar a sessão devem ser feitas pelo Sympla.
Narrado por Gregorio Duvivier, o longa reconta a trajetória de Apparício Torelly (1895–1971), o Barão de Itararé, um dos primeiros humoristas políticos do país e criador do jornal A Manha, publicação que ironizava os poderosos, a imprensa e os costumes da Era Vargas.
Em entrevista à Folha, o diretor Renato Terra relembra que o humorista chegou a ser preso e espancado durante o governo Vargas, sem justificativas oficiais, e diz que o filme também quer provocar reflexão sobre “a vocação brasileira para o conchavo”.
Para Terra, o humor é uma forma de compreender a história e as contradições do país.
Segundo ele, a ideia inicial partiu de um convite do Canal Curta para falar sobre veículos clandestinos da ditadura, mas o projeto ganhou outro rumo após um conselho da jornalista Dorrit Harazim, que sugeriu olhar para o humor como fio condutor.
Foi assim que o diretor chegou ao Barão de Itararé —figura que influenciou gerações posteriores, do Pasquim a Sérgio Porto.
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A Folha exibirá o documentário "O Brasil que Não Houve: As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas", dirigido por Renato Terra e Arnaldo Branco, no dia 23 de outubro, às 17h, em seu auditório. A sessão, que é gratuita e exclusiva para assinantes, contará com a presença do diretor e do colunista Antonio Prata, que discutirão o filme após a exibição. Narrado por Gregorio Duvivier, o longa retrata a trajetória de Apparício Torelly, conhecido como Barão de Itararé, um dos primeiros humoristas políticos do Brasil, que satirizava o poder e a imprensa durante a Era Vargas. Em entrevista à Folha, Terra destaca que o Barão foi vítima de repressão durante o governo e que o filme busca provocar uma reflexão sobre a política e o humor no Brasil. O projeto, inicialmente pensado para discutir veículos clandestinos da ditadura, tomou essa nova direção com sugestões da jornalista Dorrit Harazim, resultando em uma obra que homenageia a influência do Barão de Itararé sobre gerações de humoristas no país.
Em suma, a exibição do documentário no auditório da Folha oferecerá uma análise da importância do Barão de Itararé no contexto político brasileiro, valorizando o humor como uma ferramenta crítica e reflexiva sobre a história nacional.
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