A sessão desta terça-feira (13) tem como destaque a publicação da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A projeção de crescimento é de 0,1% na variação mensal.

Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa a partir das 15h, de cerimônia de lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária. Na ocasião, também sancionará o Projeto de Lei Complementar 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e conclui a regulamentação tributária.

Nos Estados Unidos, é dia do lançamento dos dados de inflação, com a divulgação do CPI (inflação ao consumidor) de dezembro. O consenso LSEG projeta que o relatório mostre um aumento de 2,7% nos preços nos doze meses encerrados em dezembro.

O CPI ganhou ainda mais relevância após o relatório de emprego (payroll) de dezembro indicar um mercado de trabalho levemente mais fraco, embora ainda resiliente. Esse cenário tende a reforçar a percepção de que o Federal Reserve (Fed) pode postergar o início do ciclo de cortes de juros.

Os holofotes, por outro lado, devem seguir com a repercução do caso Powel. Ainda na segunda-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não orientou os integrantes do Departamento de Justiça a investigar o chair do Federal Reserve, Jerome Powell.

Em simultâneo a isso, um número crescente de parlamentares republicanos expressou preocupação com a ameaça de Trump de indiciar o chair, com dois senadores ameaçando retaliar bloqueando os indicados do presidente para o banco central e um terceiro pedindo que a investigação federal termine rapidamente.

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As tensões aumentam no campo geopolítico. O governo da Groenlândia disse nesta segunda-feira que aumentará os esforços para garantir que a defesa do território ártico ocorra sob os auspícios da Otan, e novamente rejeitou a ambição do presidente dos EUA, Donald Trump, de assumir o controle da ilha.

Desde dezembro, os protestos no Irã se ampliaram com manifestações contra o regime da República Islâmica. Apesar do bloqueio da internet e de ameaças de repressão, atos continuaram em Teerã e em outras grandes cidades

No noticiário corporativo, o JPMorgan divulga o resultado do quarto trimestre antes da abertura do mercado nesta terça, dando início a uma semana movimentada para os grandes bancos de Wall Street. Bank of America, Citigroup e Morgan Stanley também estão programados para apresentar seus balanços ao longo da semana.

Agenda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia a agenda desta terça com reunião, às 9h, com o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira. Às 9h30, também no Planalto, Lula se reúne com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

No período da tarde, às 15h, o presidente participa da cerimônia de lançamento do Portal da Reforma Tributária, no edifício-sede do Serpro, na Asa Norte, em Brasília. Mais tarde, às 16h30, Lula tem encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Brasil

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09:00 – Indicador: Serviços
Previsão: 0,20%

Estados Unidos

10:30 – Indicador: Inflação
Previsão mensal: 0,30%
Previsão anual: 2,70%

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12:00 – Indicador: Novas moradias

14:00– Indicador: Estoques de petróleo (API)

INTERNACIONAL

Repressão no Irã

Líderes europeus condenaram a repressão violenta contra manifestantes no Irã, que ocorre desde o fim de dezembro, e pediram o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais no país. Segundo a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, ao menos 648 pessoas morreram desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos contra o governo iraniano.

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O secretário-geral do Conselho da Europa, Alain Berset, afirmou que a “repressão mortal” aos protestos e o bloqueio da internet colocam em risco a estabilidade regional e global. Em publicação nas redes sociais, disse ter convocado uma reunião com embaixadores de países vizinhos membros do Conselho da Europa para discutir medidas que evitem uma escalada do conflito e garantam o respeito ao direito internacional e à Carta da ONU.

Powell e Fed

A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou na segunda-feira, 12, que o presidente dos EUA, Donald Trump, não instruiu os funcionários do Departamento de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) a investigarem o chefe do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell.

Em entrevista à Fox News, Leavitt também afirmou que Trump acredita na independência do BC dos Estados Unidos. Os comentários estão relacionada a uma investigação sobre se Powell enganou o Congresso durante um testemunho sobre as reformas no complexo da sede do Fed em Washington.

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Vistos recusados

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira que revogou mais de 100.000 vistos desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo no ano passado, estabelecendo o que afirma ser um novo recorde à medida que implementa sua rigorosa política de imigração.

A extensão das revogações reflete a ampla repressão à imigração iniciada desde quando Trump retornou à Casa Branca, deportando um número sem precedentes de imigrantes, incluindo alguns portadores de vistos válidos. O governo também adotou uma política mais rígida para a concessão de vistos, com uma verificação mais rigorosa de redes sociais e uma ampla triagem.

BRASIL

Enel

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou despacho convocando a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a atuar no caso que apura falhas na prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica pela Enel na região metropolitana de São Paulo.

Publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, o despacho de Lula determina que o Ministério de Minas e Energia promova, em articulação com a AGU e a CGU e junto à agência reguladora Aneel, “as medidas cabíveis e necessárias à plena garantia da prestação adequada, contínua e eficiente do serviço público de distribuição de energia elétrica à população”.

Dívida pública

O Tesouro Nacional piorou significativamente suas projeções para a dívida pública bruta do Brasil, diante do nível elevado dos juros no país, prevendo uma trajetória de alta no endividamento até 2032, quando chegaria a 88,6% do PIB, segundo novas estimativas divulgadas nesta segunda-feira.

Em seu relatório de projeções fiscais, a secretaria estimou que a dívida bruta subirá a 83,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no fechamento deste ano, contra uma previsão de 79,3% do PIB em 2025.

CORPORATIVO

Com aportes em indústria, inovação e digitalização, companhia amplia presença regional, impulsiona empregos, arrecadação e fortalece uma cadeia que já responde por 2% do PIB brasileiro.

Em um país onde a cerveja faz parte da cultura, da economia e do cotidiano, a força dessa indústria vai muito além do copo. Espalhada por diferentes regiões, a cadeia cervejeira movimenta empregos, renda, inovação e arrecadação em larga escala — e ajuda a explicar por que o Brasil ocupa hoje a posição de terceiro maior produtor mundial, atrás apenas de Estados Unidos e China. Nesse contexto, a Ambev tem ampliado seu protagonismo como um dos principais motores desse ecossistema.

(Com Agência Brasil, Reuters, O Globo e Estadão Conteúdo)

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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