O presidente Lula (PT) exonerou três ministros para votar a favor da MP (medida provisória) da alta de impostos, sendo os ministros Celso Sabino (Turismo), Sílvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e André Fufuca (Esporte).
Lula disse nesta quarta-feira (8) que o Congresso votará conta o povo brasileiro se for contra a MP. A medida perde validade nesta quarta-feira (8) e ainda precisa ser aprovada no plenário da Câmara e no plenário do Senado.
As exonerações foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União.
A declaração do presidente foi dada depois do evento em que o presidente sancionou a MP (medida provisória) que institui a tarifa social de energia elétrica. O benefício é uma das apostas do governo para melhorar a popularidade do presidente, que concorrerá à reeleição no ano que vem.
O presidente Lula (PT) se reuniu nesta quarta-feira (8) com ministros e líderes para discutir a MP (medida provisória) de aumento de impostos. O governo teme que a proposta perca validade e, com isso, caia a previsão de arrecadação de R$ 35 bilhões até 2027.
O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), afirmou que não há acordo para a votação.
Segundo líderes partidários da Câmara, o maior foco de oposição à MP está no Senado neste momento, e há dúvidas se os senadores vão endossar uma proposta de acordo desenhada pelos deputados. O petista acusou o Parlamento de colocar o Brasil em uma crise fiscal.
“Tem uma turma querendo derrubar a MP. Estão cavando um buraco no Orçamento. É a mesma turma que derrubou o IOF”, disse Lindbergh.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (PFA) decidiu se manter contra a medida provisória mesmo após o relator, Carlos Zarattini (PT-SP) retirar a previsão de taxação do agro e desidratar a proposta para tentar aprová-la.
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O presidente Lula (PT) exonerou três ministros — Celso Sabino, Sílvio Costa Filho e André Fufuca — para garantir votos a favor da medida provisória (MP) que propõe aumento de impostos. Durante uma reunião em 8 de agosto, Lula alertou que o Congresso estaria agindo contra os interesses do povo ao considerar o veto à MP, que precisa ser aprovada ainda na Câmara e no Senado para não perder validade. As exonerações foram publicadas em um Diário Oficial da União e ocorreram após Lula sancionar uma MP sobre a tarifa social de energia elétrica, prevista como uma estratégia para melhorar sua popularidade antes da reeleição no próximo ano. No cenário político, o líder do PT, Lindbergh Farias, afirmou que não há acordo para a votação e apontou a oposição no Senado como um maior obstáculo. A Frente Parlamentar da Agropecuária (PFA) se mantém contra a MP, mesmo com alterações na proposta. O governo está preocupado com a arrecadação prevista de R$ 35 bilhões até 2027 e vê a situação no Parlamento como um risco à estabilidade fiscal do país.
Em resumo, o presidente Lula enfrenta desafios significativos para aprovar a MP de aumento de impostos, exacerbados por exonerações de ministros e uma oposição focada no Senado, colocando em risco a previsão de arrecadação do governo e sua estratégia política em meio à preparação para a reeleição.
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