
O Ibovespa encerrou a última sessão (05/02) em leve alta, mantendo o movimento de recuperação após o ajuste recente. O índice avançou 0,23%, aos 182.127 pontos, após oscilar entre a mínima em 181.568 pontos e a máxima em 184.017 pontos. No radar do curto prazo, segue em destaque a máxima histórica na região dos 187.333 pontos, referência central para o fluxo.
Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa voltou a fechar no positivo e permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém a leitura estruturalmente construtiva. Ainda assim, o movimento ocorre após uma sequência de oscilações mais intensas, exigindo atenção a eventuais correções técnicas. O IFR (14) em 68,15, em zona neutra.
Para que o índice siga com o movimento altista, será necessária a entrada mais consistente de fluxo comprador para superar a região de resistência em 185.670/186.449 pontos e, em seguida, a máxima histórica em 187.333 pontos. Caso esse rompimento se confirme, os alvos projetados passam a ser 190.085 pontos e, em um cenário mais estendido, a faixa de 192.785/195.485 pontos.
Em sentido oposto, a retomada do fluxo de baixa depende da perda da região de suporte em 180.088/177.741 pontos, o que pode levar o índice a testar 175.500/169.629 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, apesar do fechamento em alta, o Ibovespa ainda negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando cautela no curtíssimo prazo. Para dar continuidade ao movimento positivo da última sessão, o índice precisa superar a resistência em 183.100/183.970 pontos, faixa que concentra oferta relevante no intradiário. Superada essa região, os próximos alvos passam a ser 183.970/185.670 pontos, com extensão até a faixa de 186.895/187.333 pontos.
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Por outro lado, para que o mercado volte a pressionar para baixo, será determinante o rompimento da faixa de suporte em 181.565/180.088 pontos. A perda desse nível pode intensificar o movimento vendedor, com potencial para buscar 177.741/176.722 pontos e, em um cenário mais longo, a região de 175.268/171.815 pontos.

Minicontratos
O mini-índice voltou a fechar no positivo, mas ainda mostra dificuldade de sustentação acima das médias no intraday. No gráfico de 15 minutos, o mercado observa como referência imediata o suporte em 182.385/181.950 e a resistência em 183.105/183.870, faixas que devem definir a direção do pregão.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo fechou em alta, porém segue abaixo das médias, mantendo um cenário de cautela no curto prazo.
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O contrato retomou o viés positivo e passou a operar acima das médias curtas no intraday, mas ainda depende de confirmação de volume para sustentar o avanço. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.284/5.274 e a primeira resistência em 5.301,5/5.314.
Já no gráfico de 60 minutos, observo continuidade do movimento de recuperação, com o preço acima das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o cenário construtivo no curtíssimo prazo.

Registro uma sessão de queda histórica e elevada volatilidade no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou o último pregão em forte baixa de 12,02%, aos 338.960 pontos, aprofundando a deterioração do cenário técnico e reforçando a dominância do fluxo vendedor no curto prazo.
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Pelo gráfico diário, a leitura é de um movimento extremamente agressivo de baixa, com rompimento sucessivo de importantes faixas de suporte, sinalizando que a pressão vendedora ainda pode se estender. O contrato segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento expressivo, caracterizando um movimento fortemente esticado de baixa. O IFR (14) despencou para 15,22, entrando em zona profunda de sobrevenda. Apesar de a tendência de baixa permanecer, esse nível extremo do indicador aumenta a probabilidade de repique técnico, ainda que, neste momento, sem sinais claros de reversão estrutural.
Sob a ótica operacional, a continuidade do fluxo vendedor passa pelo rompimento da região de 331.120/319.630, o que pode abrir espaço para novas extensões de queda até 294.980/278.290, com alvos mais distantes projetados em 262.365/250.445.
Já uma reação mais consistente exigirá a superação da faixa de resistência em 374.160/381.660; acima desse patamar, o ativo pode buscar 402.720/421.920, com projeção estendida para 433.580/451.240.
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Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (06).

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