O Ibovespa encerrou a última sessão em queda, registrando a segunda baixa consecutiva e ampliando o movimento corretivo iniciado após a renovação de máximas históricas. O índice recuou 0,91%, aos 177.653 pontos, depois de oscilar entre a mínima em 177.321 pontos e a máxima em 180.995 pontos. O topo recente permanece na máxima histórica em 192.623 pontos.

No gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando continuidade da pressão vendedora no curto prazo. O comportamento recente sugere a formação de uma estrutura de baixa, e um ponto crítico está na região de suporte em 177.636 pontos: caso o mercado rompa e se firme abaixo desse nível, pode confirmar um pivô de baixa, abrindo espaço para movimentos corretivos mais amplos. O IFR (14) em 34,62, em zona neutra.

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Para que o Ibovespa volte a ganhar tração positiva, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a faixa de resistência em 180.995/185.715/189.602 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 192.623 pontos

Em caso de retomada mais forte, os próximos alvos projetados permanecem em 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540 pontos. Por outro lado, a continuidade do fluxo de baixa dependerá do rompimento da região de suporte em 177.321/171.815 pontos, o que pode levar o índice a testar 166.467/163.750 pontos.

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Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o índice também segue pressionado ao fechar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o viés negativo no curtíssimo prazo. Para que haja tentativa de reação, o Ibovespa precisará superar a faixa de resistência em 179.355/180.995 pontos. Caso esse movimento se confirme, o mercado tende a enfrentar novas barreiras em 183.980/185.395 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/190.110 pontos

Por outro lado, para que o índice dê continuidade ao fluxo de baixa, será determinante a perda da região de suporte em 177.321/176.722 pontos. Se esse nível for rompido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 175.268/171.815 pontos, com objetivo mais longo na região de 168.835/166.465 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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Minicontratos

O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (13/03) em queda de 0,72%, aos 179.900 pontos, mantendo o fluxo vendedor no curto prazo. 

Após mais um fechamento negativo, o mini-índice segue pressionado e negocia abaixo das médias no intraday. No gráfico de 15 minutos, acompanho como níveis imediatos o suporte em 179.260/178.900 e a resistência em 180.085/180.965, regiões que podem definir o comportamento do índice ao longo do pregão. 

Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece abaixo das médias curtas, o que reforça o viés baixista enquanto os suportes continuam ameaçados.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

O contrato mantém o fluxo de recuperação no curto prazo e operando acima das médias móveis no intraday. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte aparece em 5.336,5/5.317,5, enquanto a primeira resistência está em 5.354/5.371, níveis que devem balizar o comportamento do preço no pregão. 

Já no gráfico de 60 minutos, o ativo segue acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando o viés positivo no curto prazo, embora novas resistências ainda precisem ser superadas para continuidade do movimento.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Acompanhei mais uma sessão de valorização no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em alta de 2,53%, aos 381.320 pontos, ampliando o movimento de recuperação observado nas últimas sessões. 

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No gráfico diário, observo que o contrato segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a estrutura de recuperação no curto prazo. Enquanto permanecer acima das médias, o ativo tende a manter o fluxo comprador. Por outro lado, uma eventual perda dessa região pode reacender a pressão vendedora. O IFR (14) está em 57,10, em zona neutra.

Do ponto de vista operacional, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda consistente da faixa de 377.540/356.660, o que pode pressionar o preço em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335

Por outro lado, a continuidade da alta exigirá a superação da resistência em 390.780/408.580; acima dessa região, o contrato pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração Rodrigo Paz

Suporte e resistência

Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (16).

Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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