
O Ibovespa encerrou a última sessão em queda, retomando o fluxo vendedor e reforçando o movimento corretivo após a renovação de máximas. O índice recuou 0,43%, aos 179.639 pontos, oscilando entre a mínima em 179.575 pontos e a máxima em 181.550 pontos. No pano de fundo, permanece como referência a máxima histórica em 192.623 pontos.
No gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo o viés corretivo no curto prazo. A estrutura recente indica formação de continuidade da queda, com destaque para a região de suporte em 177.321 pontos: caso o mercado rompa e se firme abaixo desse nível, pode confirmar um pivô de baixa, abrindo espaço para movimentos mais intensos de correção. O IFR (14) em 41,56, em zona neutra.
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Para que o Ibovespa volte a ganhar tração positiva, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a faixa de resistência em 182.800/185.715/189.602 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 192.623 pontos. Acima desses níveis, os alvos projetados permanecem em 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540 pontos.
Em cenário alternativo, a continuidade do fluxo de baixa dependerá da perda da região de suporte em 177.321/171.815 pontos, o que pode levar o índice a testar 166.467/163.750 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice segue pressionado ao operar dentro de um canal de baixa e negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés negativo no curtíssimo prazo.
Para tentar reverter esse cenário, o Ibovespa precisa superar a região de resistência em 181.630/182.800 pontos. Caso esse movimento de recuperação se confirme, o mercado tende a enfrentar novas resistências em 183.990/185.225 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/190.100 pontos.
Por outro lado, para que o índice dê continuidade ao movimento de baixa, será determinante o rompimento da faixa de suporte em 179.440/177.321 pontos. Caso esse nível seja perdido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 176.722/175.268 pontos, com objetivo mais longo na região de 171.815/168.835/166.465 pontos.
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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (19/03) em queda de 0,80%, aos 180.950 pontos, mantendo a pressão vendedora no curto prazo.
Após o fechamento negativo, o mini-índice segue pressionado no curtíssimo prazo, negociando abaixo das médias e com viés de continuidade do movimento de baixa. No gráfico de 15 minutos, acompanho como níveis imediatos o suporte em 180.330/179.900 e a resistência em 181.075/182.035, regiões que devem balizar a direção do pregão.
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Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece abaixo das médias, reforçando o viés vendedor, embora reações técnicas possam surgir caso haja retomada de volume comprador.

Minha leitura é de que o minidólar tenta retomar o movimento de alta no curto prazo, após fechar no positivo e voltar a testar regiões importantes de resistência. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.261/5.250, enquanto a primeira resistência aparece em 5.285/5.306,5, níveis que devem guiar o intraday. J
á no gráfico de 60 minutos, o ativo segue acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando o viés positivo, embora ainda dependa do rompimento de resistência para dar continuidade ao movimento.
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Acompanhei uma sessão de forte correção no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em queda de 3,58%, aos 375.680 pontos, devolvendo parte dos ganhos recentes e testando regiões técnicas importantes.
No gráfico diário, apesar da queda expressiva, o ativo ainda permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém a estrutura de recuperação no curto prazo. No entanto, a intensidade da baixa acende um alerta: uma eventual perda dessas médias pode reacender o fluxo vendedor com mais força. O IFR (14) está em 50,73, em zona neutra.
Do ponto de vista operacional, a continuidade da correção dependerá da perda consistente da faixa de 363.900/356.660, o que pode pressionar o contrato em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335.
Por outro lado, a retomada do movimento de alta exigirá a superação da região de resistência em 394.700/408.580; acima desse patamar, o ativo pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (19).

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