
O Ibovespa encerrou a última sessão em queda, em um movimento de realização após renovar a máxima histórica. O índice recuou 0,88%, aos 188.853 pontos, depois de oscilar entre a mínima em 188.525 pontos e a máxima em 191.002 pontos, novo topo histórico registrado no intraday.
No gráfico diário, observo que, apesar da correção, o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de alta como estrutura principal. O movimento recente configura um ajuste técnico dentro de um cenário ainda construtivo. O IFR (14) em 66,91, em zona neutra.
Para que o Ibovespa volte a acelerar no campo positivo, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para romper novamente a máxima histórica em 191.002 pontos. Acima desse patamar, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540/200.000 pontos.
Em contrapartida, a consolidação de um movimento corretivo mais amplo dependerá da perda da faixa de suporte em 183.662/180.088 pontos, o que pode levar o índice a buscar 177.741/171.815 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa confirmou o viés corretivo ao fechar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando enfraquecimento do fluxo comprador no curtíssimo prazo.
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Para reverter esse quadro, o índice precisa superar a resistência em 189.427 pontos e, na sequência, retomar a máxima histórica em 191.002 pontos. Se houver rompimento dessas faixas, os próximos alvos intradiários passam a ser 191.540 pontos, com extensão até 193.000/193.665 pontos.
Por outro lado, para que o índice dê continuidade ao fluxo de baixa, será determinante a perda da faixa de suporte em 188.525/187.795 pontos. Caso esse nível seja rompido com aumento de volume, pode haver intensificação da pressão vendedora, levando o mercado a buscar 186.700/185.000.

Minicontratos
Acompanhei o mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrando a última sessão (23/02) em queda de 0,61%, aos 192.475 pontos, configurando movimento corretivo no curto prazo.
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O contrato entrou em ajuste após as altas recentes e passou a oscilar entre as médias no intraday. No gráfico de 15 minutos, observo como referência imediata o suporte em 192.050/191.365 e a resistência em 193.000/193.955, níveis que devem orientar a direção do pregão.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo fechou abaixo das médias, o que mantém o viés de curto prazo mais cauteloso.

O contrato fechou no negativo, mas apresentou reação no intraday e pode buscar recuperação no curtíssimo prazo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.171/5.156, enquanto a primeira resistência aparece em 5.181/5.198.
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Já no gráfico de 60 minutos, o ativo segue abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o cenário técnico ainda fragilizado.

Acompanhei mais uma sessão de forte pressão vendedora no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou o último pregão em queda de 4,62%, aos 334.720 pontos, aprofundando o movimento negativo e voltando a testar níveis técnicos relevantes.
No gráfico diário, o ativo mantém o fluxo de baixa predominante, mesmo após um período recente de maior lateralização. O rompimento da mínima em 330.820 pontos merece atenção, pois pode abrir espaço para novas extensões de queda. O contrato segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com certo afastamento, preservando o viés técnico fragilizado. O IFR (14) recuou para 27,17, configurando zona de sobrevenda, o que pode favorecer movimentos corretivos pontuais, embora sem alterar, até aqui, a estrutura baixista.
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Do ponto de vista operacional, a continuidade do fluxo vendedor depende da perda consistente da faixa de 330.820/319.630, o que pode acelerar o movimento em direção a 294.980/278.290, com alvo mais distante em 262.365/250.445.
Por outro lado, uma recuperação mais robusta exigirá a superação da resistência em 375.500/381.660; acima desse patamar, o ativo pode buscar 402.720/421.920, com projeção estendida até 433.580/451.240.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta terça-feira (24).

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