O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (26/03) em queda de 1,41%, aos 184.335 pontos, mantendo o viés corretivo no curtíssimo prazo. O mini-índice (WINJ26) refletiu um pregão de maior pressão vendedora, acompanhando a queda consistente do Ibovespa, que recuou 1,45%, aos 182.732 pontos, após uma sequência de altas. O movimento foi guiado pelo aumento da aversão ao risco no exterior, com impasses nas negociações entre EUA e Irã, alta do petróleo e queda das bolsas em Nova York, além do avanço do dólar e dos juros futuros no Brasil.
Para os traders de mini-índice, a última sessão evidenciou um ambiente mais defensivo, com pressão nas blue chips, especialmente bancos, enquanto Petrobras (PETR4) se destacou com a alta do petróleo. No radar, o IPCA-15 acima do esperado reforça incertezas sobre inflação e juros, enquanto a agenda segue com desemprego e IGP-M, mantendo o índice sensível ao cenário externo e à política monetária no curto prazo.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a sessão com movimento negativo, ainda orbitando próximo às médias de 9 e 21 períodos, o que indica um momento de indefinição, porém com viés mais pressionado.
Para que o ativo retome o fluxo de alta, será necessária a entrada de fluxo comprador para superar a resistência em 184.805/185.960 pontos. Caso haja rompimento, vejo potencial de avanço até 186.320/187.345 pontos, com alvo mais longo em 187.810/188.165 pontos.
Por outro lado, a continuidade da pressão vendedora depende da perda da região de suporte em 183.735/183.175 pontos. Abaixo desse nível, o índice tende a acelerar as quedas em direção a 182.195/181.145 pontos, podendo estender o movimento até 180.365/178.880 pontos.
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No gráfico diário, observo que o índice passa por um momento de volatilidade, negociando entre as médias móveis, o que reforça o caráter de transição do movimento. Para retomar uma estrutura mais altista, será necessário romper a resistência em 188.165/189.250 pontos, abrindo espaço para 193.250/195.035 pontos.
Por outro lado, a perda da região de 183.735/181.145 pontos pode intensificar a correção, com alvos em 177.950/176.385 pontos. O IFR (14) está em 49,41, em região neutra, indicando ausência de força dominante no momento.
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Saiba mais:
WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou com movimento negativo, passando a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés corretivo no curto prazo.
Para retomada do fluxo comprador, será necessário superar a resistência em 186.320/188.165 pontos. Acima dessa faixa, o índice tende a buscar 189.250/191.855 pontos, com projeções mais longas em 193.250/194.525 pontos.
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Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa dependerá da perda da região de suporte em 183.735/182.195 pontos. Caso esse nível seja rompido, vejo potencial para novas quedas em direção a 181.145/177.950 pontos, com extensão até 176.385 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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