O ministro do Turismo, Celso Sabino, deverá ganhar uma sobrevida dentro do União Brasil, mesmo desafiando uma decisão de sua direção nacional de deixar o governo Lula.
Nesta quarta-feira (8), a Executiva Nacional do partido vai se reunir e dar o pontapé inicial no processo de expulsão de Sabino, mas não deverá tomar essa decisão de maneira sumária. O mais provável é levar o caso ao Conselho de Ética da legenda, dando prazo para defesa do ministro. Um dirigente calcula que o processo levará entre 45 e 60 dias.
Um argumento que vem sendo citado internamente é que as regras estatutárias precisam ser seguidas para evitar que sejam contestadas juridicamente. Nem Luciano Bivar, ex-presidente da legenda que foi acusado de atear fogo numa casa do atual dirigente, Antonio Rueda, foi expulso de forma sumária.
Sabino sofrerá uma punição imediata, no entanto, com a intervenção da Executiva Nacional no diretório do Pará, que ele controla.
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O ministro do Turismo, Celso Sabino, pode ter uma prolongada permanência no União Brasil, apesar da decisão da direção nacional do partido de deixar o governo Lula. A Executiva Nacional se reunirá para iniciar o processo de expulsão de Sabino, mas esta medida não será imediata; o caso provavelmente será encaminhado ao Conselho de Ética, garantindo ao ministro um prazo para se defender, o que pode levar entre 45 e 60 dias. Internamente, há consenso sobre a necessidade de seguir os trâmites estatutários para evitar questionamentos legais. Mesmo assim, uma intervenção no diretório do Pará, sob seu controle, resultará em punições imediatas a Sabino. Esta situação reflete as complexidades das disputas internas no União Brasil, onde há exemplos anteriores de expulsões mais cautelosas para preservar a legitimidade do processo.
Em resumo, a trajetória política de Celso Sabino no União Brasil enfrenta um momento crítico, com um processo de expulsão iminente, mas que respeitará os prazos e procedimentos legais, permitindo que ele se defenda. Essa abordagem reflete a tentativa do partido de manter a ordem interna e evitar contestações judiciais, mas revela também a tensão entre a direção do partido e seus membros, evidenciando a fragilidade das alianças políticas no atual cenário governamental.
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