Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada. Este texto é um convite a uma viagem introspectiva, uma provocação para questionar as grades invisíveis que construímos e chamamos de vida.
Leia mais (04/11/2026 – 10h00)
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