Thiaguinho lança o álbum ‘Bem black – Volume 02’ com mais nove músicas da gravação ao vivo feita em novembro no Club Horns, em São Paulo (SP)
Guilherme Breder / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 43 anos, recém-completados em 11 de março, Thiaguinho segue o baile com o lançamento do álbum ao vivo “Bem black – Volume 02” nesta sexta-feira, 27 de março.
Às 11 músicas do primeiro volume, lançado em 9 de janeiro, o cantor e compositor paulista adiciona mais nove músicas da gravação ao vivo realizada em 6 de novembro de 2025, em show apresentado pelo artista em evento fechado no Club Homs, na cidade de São Paulo (SP), com produção musical orquestrada pelo próprio Thiaguinho com Wilson Prateado.
Das nove músicas, seis são inéditas. Entre as novidades, há “Brincando de namorar” (Gabrielzinho, Dilucaz, Rhuan André e Lipe Santos), “Cara de paz” (Thiaguinho e Gabriel Barriga), “02 da manhã” (Thiaguinho, Gabriel Barriga e Wilson Prateado) e “Pensamentos intrusivos” (Claudinho Persona e Elizeu Henrique), faixa escolhida para abrir os trabalhos promocionais de “Bem black 2”.
Entre as regravações, Thiaguinho traz para a pista o samba-rock “Joia rara”, um dos maiores sucessos dos bailes black da cidade de São Paulo (SP) desde que a composição foi apresentada há 15 anos na voz do autor, Walmir Borges, no álbum “Sala da música” (2011). Alguns desses bailes foram realizados justamente no Club Horns, ponto de encontro de admiradores da música negra norte-americana.
Alimentado pela memória afetiva de ter sido frequentador dos bailes paulistanos nos anos 2000, antes de ganhar fama nacional como vocalista do grupo Exaltasamba, Thiaguinho temperou o pagode do álbum “Bem black” com o balanço do soul, do R&B e do funk, em doses bem calculadas, para não afastar o vasto público conquistado com projetos calcados no pagode mais tradicional, como a roda de samba “Tardezinha”.
No repertório do álbum “Bem black 2”, Thiaguinho apresenta mais uma faixa gravada com Sandra de Sá, primeira dama do funk e do soul brasileiros. No primeiro volume, Sandra rebobinou com Thiaguinho o maior sucesso da fase inicial da carreira, o funk “Olhos coloridos” (Macau, 1982). No segundo, a cantora divide com o anfitrião o canto de “Curtir um som” (Carica, Luiz Cláudio Picolé e Prateado, 2011), música do repertório da Fat Family, lançada pelo grupo há 15 anos no álbum “Pra onde for, me leve”.
Já a rapper Negra Li – com quem Thiaguinho regravou o samba “Clareou” (Serginho Meriti e Rodrigo Leite, 2014) para a abertura da novela “Três Graças” (TV Globo, 2025 / 2026) – entra no baile para dividir com o cantor a interpretação do samba-soul “Empoeirado violão” (Joey Matos e Fabiano Art, 2016), apresentado há 10 anos em gravação do grupo Brother Charlie.
Sim, o pagode de Thiaguinho está bem black, embora caiba reiterar mais uma vez que o pagode já é, pela própria natureza, música preta brasileira desde que o samba é samba.
Capa do álbum ‘Bem black – Volume 02’, de Thiaguinho
Divulgação

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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