
Ibovespa hoje
- Investidores avaliam perspectivas de cessar-fogo no Oriente Médio.
- Focus: analistas elevam projeção de inflação de 2026 pela 4ª semana seguida.
- Sob pressão, governo promete editar MP de nova subvenção do diesel nos próximos dias.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Preços dos combustíveis no Brasil seguem com ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
- Diesel A S10 (média nacional): -70%, ou -R$ 2,52 (quinta: -59%, ou -R$ 2,11)
- Gasolina A (média nacional): -59%, ou -R$ 1,48 (quinta: -52%, ou -R$ 1,30)
A seis meses da eleição, PT deve ter menor número de candidatos a governador com Lula
Partido caminha para ter nove candidatos nos estados e abre mais espaço a alianças.
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã é morto em ataque, diz mídia
O chefe da organização de inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã foi morto na segunda-feira em um “ataque terrorista do inimigo americano-sionista (israelense)”, disse a mídia iraniana, citando uma declaração da Guarda. Majid Khademi, que se torna a mais recente figura-chave morta em ataques aéreos israelenses e norte-americanos, assumiu o comando em 2025, depois que ataques aéreos israelenses mataram seu antecessor. Ele passou décadas em funções de inteligência e contraespionagem enquanto ascendia no aparato de segurança do Irã. Antes de ser nomeado, Khademi chefiou a Organização de Proteção de Inteligência da Guarda, encarregada da vigilância interna e da contraespionagem, e ocupou cargos de chefia no Ministério da Defesa do Irã. O braço de inteligência da Guarda é um dos órgãos de segurança mais poderosos do Irã, com um papel central na vigilância interna para combater a influência estrangeira e, muitas vezes, operando em paralelo com o Ministério da Inteligência Civil.
Membro do BCE diz que política monetária dependerá do tamanho da interrupção do fornecimento de energia
O membro do Banco Central Europeu Yannis Stournaras disse nesta segunda-feira que a política monetária apropriada para a zona do euro dependerá do tamanho e da natureza da interrupção do fornecimento de energia decorrente do conflito com o Irã. Se o aumento no preço da energia for temporário, a necessidade de um ajuste na política monetária será limitada, disse Stournaras, membro do Conselho do BCE e presidente do Banco da Grécia, em uma reunião anual do banco central grego em Atenas. Ele acrescentou que uma postura mais dura da política monetária seria esperada se a pressão do aumento dos preços da energia se mostrar mais forte e persistente, afetando as expectativas de inflação de médio prazo e a evolução dos salários. (Reuters)
Banco Central impõe sigilo de 8 anos a documentos da liquidação do Master, diz TV
Instituição alega risco à estabilidade e investigações em curso.
Tráfego em Ormuz atinge maior nível desde início da guerra após novos acordos
Fim de semana registrou 21 travessias — o maior volume em dois dias desde março — enquanto mais países negociam individualmente com Teerã.
STF decide se eleição para mandato-tampão no governo do Rio será direta ou indireta
Quatro ministros da Corte já se manifestaram a favor da escolha com voto amplo da população.
Quatro pessoas morrem em Haifa, Israel, após ataque de míssil iraniano
Quatro pessoas foram mortas na cidade portuária israelense de Haifa após o que a mídia israelense disse ter sido um ataque de míssil iraniano que atingiu um prédio residencial no final do domingo. Os corpos das quatro pessoas foram resgatados dos escombros após horas de intensas operações de busca e resgate, disseram os militares israelenses na segunda-feira.
Sob pressão, governo promete editar MP de nova subvenção do diesel nos próximos dias
Executivo lida com resistência de grandes distribuidoras na adesão ao programa.
Focus: projeção para o câmbio permanece em R$ 5,40 para este ano
- Dólar para 2026: R$ 5,40 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,45 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (sem alterações)
Focus: projeção para o PIB permanece em 1,85% para este ano
- PIB para 2026: 1,85% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,80% (sem alterações)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem alterações)
Focus: projeção para a Selic permanece em 12,50% para este ano
- Selic para 2026: 12,50% (sem mudanças)
- Selic para 2027: 10,50% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10% (o mesmo há 11 semanas)
- Selic para 2029: 9,75% (sem mudanças)
Focus: projeções para o IPCA sobem para 2026, 2027 e 2028
- IPCA para 2026: 4,36% de 4,31% da última semana
- IPCA para 2027: 3,85% de 3,84%
- IPCA para 2028: 3,60% de 3,57%
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
BC do Japão alerta para impacto econômico do conflito no Oriente Médio
O Banco do Japão afirmou que o aumento dos custos do petróleo e as interrupções no fornecimento provocadas pelo conflito no Oriente Médio podem prejudicar a economia, sinalizando cautela em relação aos riscos negativos para o crescimento, o que pode levá-lo a aumentar a taxa de juros com cautela. A avaliação, feita em um relatório com base nas conclusões das agências regionais do banco, contrastou com o debate “hawkish” da diretoria que se concentrou nos riscos inflacionários da guerra, destacando a incerteza sobre se o banco central japonês pode aumentar os juros neste mês. No relatório trimestral, o Banco do Japão disse que várias regiões viram empresas já sentindo a pressão do aumento dos custos de insumos e das interrupções no fornecimento de matérias-primas causadas pela guerra do Irã. “Com o aumento da incerteza, algumas empresas temem que o aumento dos preços, principalmente da energia, possa prejudicar o lucro corporativo e o consumos”, apontou o relatório nesta segunda-feira. Também houve preocupações expressas pelas empresas de que as interrupções no fornecimento causadas pela guerra no Oriente Médio podem se ampliar, disse o relatório, alertando que o conflito pode prejudicar as economias regionais, dependendo dos desenvolvimentos futuros.
Irã diz que Estreito de Ormuz não voltará a ser o que era
O anúncio ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer mais um ultimato ao Irã.
Payroll de sexta-feira: EUA criaram 178 mil vagas de trabalho em março, muito acima do esperado
Apesar do resultado divulgado na sexta, o quadro mais amplo ainda é de um mercado de trabalho de baixo crescimento.
Barris de petróleo caem 1%
Os preços do petróleo operam em baixa, enquanto os investidores acompanhavam os rumores de um possível cessar-fogo no Oriente Médio, após um novo ultimato do presidente Donald Trump ao Irã caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto e os preços recordes do petróleo bruto saudita.
- Petróleo WTI, -1,46%, a US$ 109,91 o barril
- Petróleo Brent, -0,97%, a US$ 107,97 o barril
Bolsas da Europa não operaram hoje por conta de feriado
Ásia: Japão fecha em alta e bolsas da China estão fechadas por conta de feriado
Os mercados do Japão e da Coreia do Sul subiram, enquanto vários mercados asiáticos permaneceram fechados devido a feriados, com os investidores acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. O índice acionário japonês Nikkei encerrou em alta nesta segunda-feira, com os investidores ignorando a mais recente ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar a infraestrutura iraniana e, em vez disso, concentrando-se em sinais de que as tensões no Oriente Médio podem diminuir.
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): +0,55%
- Hang Seng Index (Hong Kong): fechado por feriado
- Nifty 50 (Índia): +0,76%
- ASX 200 (Austrália): fechado por feriado
EUA: índices futuros avançam com possível cessar-fogo
Os índices futuros dos EUA operam com leve viés positivo nesta segunda-feira (6), em meio a um alívio pontual dos investidores diante de sinais de possível contenção do conflito no Oriente Médio, que já dura seis semanas, embora o cenário siga marcado por elevada incerteza e risco de escalada. O movimento é sustentado por reportagens que indicam a participação do Irã em discussões por um cessar-fogo. Segundo a Axios, EUA, Irã e mediadores regionais negociam os termos de uma trégua de 45 dias, que poderia abrir caminho para um acordo mais duradouro. Notícias sobre a passagem de mais navios pelo Estreito de Ormuz também reforçam o apetite por risco, ao indicar menor disrupção na rota. Apesar disso, o ambiente permanece cauteloso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, elevando o tom ao ameaçar novos ataques à infraestrutura energética iraniana a partir de terça-feira, mantendo no radar o risco de agravamento das tensões.
- Dow Jones Futuro: +0,01%
- S&P 500 Futuro: +0,15%
- Nasdaq Futuro: +0,41%
Abertura de mercados
Investidores avaliavam nesta segunda-feira as perspectivas de um fim para o conflito no Oriente Médio, enquanto no Brasil o presidente do Banco Central também fica no radar. Com um prazo dos Estados Unidos se aproximando, os EUA e o Irã receberam o esboço de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou fazer chover “o inferno” sobre Teerã caso não seja fechado um acordo até o fim de terça‑feira que permita a retomada do tráfego pela rota vital para o fornecimento global de energia. O plano mediado pelo Paquistão surgiu de contatos intensos e propõe um cessar‑fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído em 15 a 20 dias, disse nesta segunda‑feira uma fonte a par das propostas. Na cena nacional, o residente do BC, Gabriel Galípolo, palestra na abertura de evento promovido pelo Centro de Estudos Monetários da FGV/Ibre, no Rio de Janeiro, às 14h. (Reuters)
EUA e Irã avaliam plano de paz à medida que alerta de “inferno” de Trump se aproxima do prazo final
Com a aproximação do prazo final de alerta do presidente Donald Trump, Estados Unidos e Irã receberam a estrutura de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. Trump ameaçou fazer “chover o inferno” sobre Teerã se o país não fechar um acordo até o final da terça-feira, o que permitiria que o tráfego voltasse a circular pela rota vital para o abastecimento global de energia. O plano intermediado pelo Paquistão surgiu de intensos contatos durante a noite e propõe um cessar-fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído dentro de 15 a 20 dias, disse uma fonte ciente das propostas na segunda-feira. O chefe do Exército paquistanês, marechal de campo Asim Munir, esteve em contato “durante toda a noite” com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, segundo a fonte. O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta segunda-feira que Teerã formulou posições e exigências com base em seus interesses e as comunicou por meio de intermediários, em resposta às propostas de cessar-fogo. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que os detalhes da resposta serão anunciados oportunamente, mas acrescentou que as negociações são “incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra”. (Reuters)
DIs: juros futuros terminaram quinta-feira com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,030 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,700 | -0,025 |
| DI1F29 | 13,630 | -0,045 |
| DI1F31 | 13,735 | -0,080 |
| DI1F32 | 13,795 | -0,075 |
| DI1F33 | 13,815 | -0,075 |
| DI1F34 | 13,835 | -0,065 |
| DI1F35 | 13,805 | -0,080 |
Dólar comercial fechou a quinta-feira com alta de 0,05%
O dólar comercial voltu a subir diante do real, após dois dias de baixas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,37%, aos 100,02 pontos. Câmbio terminou a semana passada com baixa de 1,51%.
- Venda: R$ 5,159
- Compra: R$ 5,159
- Mínima: R$ 5,139
- Máxima: R$ 5,194
Maiores baixas, altas de mais negociadas de quinta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RADL3 | -3,95 | 21,86 |
| CYRE3 | -3,51 | 27,52 |
| CYRE4 | -3,44 | 25,58 |
| YDUQ3 | -2,58 | 11,72 |
| IGTI11 | -2,39 | 27,77 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 5,68 | 67,77 |
| AURE3 | 4,49 | 12,57 |
| BRAV3 | 3,28 | 20,47 |
| PETR3 | 2,25 | 53,10 |
| SLCE3 | 1,65 | 18,47 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 64.536 | 1,65 |
| PRIO3 | 57.500 | 5,68 |
| B3SA3 | 45.396 | 0,38 |
| VALE3 | 41.969 | 0,66 |
| ITUB4 | 33.686 | -1,21 |
Ibovespa terminou a quinta-feira (2) com alta de 0,05%, aos 188.052,02 pontos
- Máxima: 189.250,57
- Mínima: 185.213,54
- Diferença para a abertura: +99,11 pontos
- Volume: R$ 24,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (30): +0,53%
- Terça-feira (31): +2,71%
- Quarta-feira (1º): +0,26%
- Quinta-feira (2): +0,05%
- Sexta-feira (3): Feriado da Sexta-feira Santa
- Semana: +3,58%
- Abril: +0,31%
- 2T26: +0,31%
- 2026: +16,71%
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