[RESUMO] A versão para os cinemas do poema épico “A Odisseia” prometia ser o filme do ano, mas resultou em um fracasso de proporções também colossais. Após incontáveis sucessos de crítica e bilheteria, o cineasta Christopher Nolan trombou na própria ambição, agarrou-se ao maquinário de Hollywood e perdeu de vista, ao adotar ideário progressista, a profundidade que Homero exige. Para resenhista, escolhas equivocadas fizeram algo bem mais grave do que apenas mais um filme fajuto: indicam ainda um cenário de “extinção da memória” que ameaça nossa concepção de mundo.
Leia mais (07/18/2026 – 23h00)
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