A XP Investimentos iniciou a cobertura das ações do Grupo GPS (GGPS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 19,50 para o fim de 2026, o que representa um potencial de valorização de 46,6% em relação ao fechamento de quinta-feira (21) de R$ 13,30.

Na avaliação da casa, o Grupo GPS reúne características de uma empresa de alta qualidade, com liderança consolidada no mercado brasileiro de terceirização de serviços e capacidade de manter crescimento rentável nos próximos anos. A XP projeta crescimento anual composto do lucro por ação (EPS CAGR) de 18% entre 2025 e 2028.

Às 10h21, as ações da empresa caíam 0,83%, cotadas a R$ 13,19.

Entre os principais pontos positivos destacados pela corretora estão o grande potencial de expansão do mercado de terceirização de serviços no Brasil, considerado ainda pouco explorado, além da escala operacional da companhia, que conta com mais de 180 mil funcionários e ampla presença geográfica no país.

A XP também ressaltou o histórico consistente de crescimento orgânico e via aquisições. Segundo o relatório, o Grupo GPS conseguiu integrar com sucesso 56 aquisições, desenvolvendo um modelo próprio para capturar sinergias rapidamente sem comprometer o crescimento operacional.

Outro diferencial apontado foi a cultura corporativa baseada em senso de dono. De acordo com a corretora, gestores de contratos recebem bônus atrelados à rentabilidade dos projetos, enquanto executivos possuem incentivos ligados a ações da companhia, o que fortalece eficiência operacional e integração das aquisições.

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Apesar das preocupações do mercado com a integração da aquisição da GRSA, que pode pressionar crescimento e margens no curto prazo, a XP avalia que a recente queda das ações foi exagerada. Em 2026, os papéis acumulam queda de 17%, enquanto o Ibovespa sobe cerca de 10%.

No valuation, a XP considera as ações descontadas. O Grupo GPS negocia a 10,4 vezes o lucro projetado para os próximos 12 meses, abaixo tanto da média histórica da companhia, de 13,7 vezes, quanto do múltiplo de 16,9 vezes do índice de pares criado pela corretora.

A XP estima receita líquida de R$ 19,2 bilhões em 2026, EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 1,9 bilhão e lucro líquido de R$ 877 milhões. A projeção para dividend yield é de 4,6% em 2026, chegando a 6,8% em 2028.

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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