Governo americano compara Alexandre de Moraes e sua mulher a Bonnie e Clyde
A esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, foi alvo nesta segunda (22) de sanções do governo norte-americano com a Lei Magnitsky, utilizada para punir estrangeiros. Em comunicado sobre a sanção à esposa de Moraes, o governo dos Estados Unidos afirmou que “não existe Clyde sem Bonnie”.
A frase se refere a um casal americano fora da lei, que ficou conhecido entre o final dos anos 20 e o início dos anos 30. Eles se tornaram um símbolo da era da Grande Depressão nos Estados Unidos e inspiraram várias obras, entre elas um clássico do cinema. Entenda quem são Bonnie e Clyde e como o casal virou mito em Hollywood:
Quem foram Bonnie e Clyde?
Bonnie e Clyde foram casal fora da lei nos EUA na década de 30
Reprodução/United States Library of Congress
Bonnie Parker e Clyde Barrow, conhecidos simplesmente como Bonnie e Clyde, foram um casal de criminosos que ganhou notoriedade nos Estados Unidos durante a Grande Depressão, nos anos 1930.
O casal liderava a chamada “Barrow Gang” (gangue de [Clyde] Barrow), grupo que também incluía familiares e comparsas. Eles ficaram famosos por assaltar bancos, lojas e postos de gasolina em diversos estados, sempre fugindo da polícia. Além dos roubos, eles se tornaram conhecidos pela violência dos confrontos, que resultaram em mortes de policiais e civis.
Apesar disso, parte da população os via como símbolos de rebeldia contra um sistema opressor em meio à crise econômica da época. Esse contraste entre violência real e a imagem de glamour disseminada pelos jornais contribuiu para a aura mítica em torno dos dois.
A história de Bonnie e Clyde terminou em maio de 1934, quando foram mortos em uma emboscada policial na Louisiana. Ele tinha 25 anos e ela 23.
O fascínio por Bonnie e Clyde ganhou ainda mais força após suas mortes, inspirando canções, livros e filmes. O exemplo mais famoso é o longa “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), considerado um clássico da Nova Hollywood. O filme foi dirigido por Arthur Penn, com Warren Beatty e Faye Dunaway.
A obra também gerou debates sobre a glamorização do crime e deixou um legado duradouro na cultura pop, tornando Bonnie e Clyde ícones românticos (e trágicos) do cinema.
Warren Beatty e Faye Dunaway em ‘Bonnie e Clyde’ (1967)
Reprodução

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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