Israel tomou ⁠a decisão de matar ⁠o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, ‌em novembro e planejava realizar a operação cerca de seis meses depois, disse o ‌ministro da Defesa, Israel Katz, nesta quinta-feira (5).

Khamenei foi morto nas primeiras horas da campanha aérea dos EUA e de Israel iniciada no sábado (28), no primeiro assassinato do ⁠principal ‌governante de um país por um ⁠ataque aéreo.

O ataque aéreo conjunto chega ao fim de sua primeira semana após os disparos inaugurais matarem os líderes do país e desencadearem uma guerra regional, ​com ataques iranianos a Israel, Golfo e Iraque, e ataques israelenses contra o ​Hezbollah, aliado do Irã, no Líbano.

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‘Já em novembro nos reunimos com o primeiro-ministro (Benjamin Netanyahu) em um fórum muito restrito e o primeiro-ministro estabeleceu a meta de ‌eliminar Khamenei’, disse Katz ao ​noticiário da TV N12 de Israel.

O prazo havia sido fixado para meados de 2026, disse ele.

O plano acabou ⁠sendo ​compartilhado com Washington ​e antecipado por volta de janeiro, após protestos eclodirem ⁠no Irã. Na ocasião, ​Israel temia que os governantes clericais, pressionados, pudessem lançar um ataque contra Israel e ativos ​dos EUA no Oriente Médio, disse Katz.

Israel declarou que seu objetivo é ​eliminar a ⁠ameaça existencial que vê no programa nuclear e no projeto ⁠de mísseis balísticos do Irã e provocar uma mudança de regime. Até o momento, os governantes do Irã não demonstraram qualquer sinal de renúncia ao poder.

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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