[RESUMO] Os cinco meses que Orson Welles passou no Brasil em 1942 são um dos períodos mais intrigantes da história do cinema mundial. O então jovem cineasta de 26 anos, no auge do sucesso com seu “Cidadão Kane”, aqui chegou como parte da política de boa vizinhança dos EUA com a América Latina na Segunda Guerra. O filme chapa-branca que se esperava dele, contudo, virou um projeto radical, mescla de ficção e documentário, a respeito da realidade brasileira, sobretudo a população negra, o que desagradou tanto ao governo americano quanto a Getúlio Vargas. Embora nunca finalizada, a produção mudou o rumo da carreira de Welles e antecipou recursos estilísticos do cinema moderno, conta livro de pesquisadora americana.
Leia mais (12/20/2025 – 10h00)

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Produzido e/ou adaptado por Equipe Tretas & Resenhas, com informações da fonte.

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