Quando estive no Japão, lá se vão quase 20 anos, uma amiga me contou, rindo, a malograda decisão das autoridades de desencavar a origem da família real por meio do DNA dos restos mortais dos ancestrais mantidos nos porões do Palácio Imperial em Tóquio. Bastou abrir a primeira tumba e descobrir que a matriarca era coreana para fecharem tudo e nunca mais falarem no assunto.
Leia mais (04/17/2026 – 16h00)
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