[RESUMO] Professores do curso de Letras em Taubaté, terra de Monteiro Lobato, rebatem artigo em que historiador acusa críticos literários de fazer leitura superficial sobre os indícios de racismo na obra do escritor, baseados mais em recortes do que em análise aprofundada. Para os professores, historiador se vale dos mesmos métodos que critica, guiado por um viés de selecionar materiais que permitam defender o contrassenso de que Lobato seria no fim da vida um eugenista antirracista.
Leia mais (05/06/2026 – 10h00)

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