
Capa do álbum ‘Resistência! – Ao vivo no Circo Voador’, do grupo Black Pantera
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Onze anos registrados em um show absurdo”. Com essa frase, o grupo mineiro Black Pantera sinteriza o sentimento da banda de thrash metal e hardcore punk em relação ao primeiro álbum ao vivo audiovisual oficial do trio formado por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão).
No mercado fonográfico desde sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” perpetua o show gravado pelo grupo em 19 de novembro de 2025 no Circo Voador, um dos palcos mais roqueiros e efervescentes da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com 24 músicas em roteiro que enfatiza o ativismo do trio formado em 2014 em Uberaba (MG).
Ainda em cena com a “Perpétuo tour”, show baseado no álbum de 2024 que ampliou a visibilidade do Black Pantera com repertório mais melódico e mais percussivo, o grupo já tem engatilhado o quinto álbum de estúdio – gravado desde 2025 – mas promove por ora o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” enquanto não desponta no horizonte o sucessor do álbum “Perpétuo” (2024) na discografia de estúdio da banda.
Ainda que já existam três registros de shows da banda – “Audio Arena originals” (2017), “Black Pantera ao vivo – Estúdio Showlivre” (2018) e “Ao vivo no palco Super Nova (Rock in Rio Brasil 2024)” (2025) – e que todos estejam disponíveis nos aplicativos de música, nenhum tem o peso de ter sido uma gravação ao vivo idealizada pelo trio, como é o caso do show perpetuado no álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador”.
Com repertório composto por músicas autorais como “Fogo nos racistas”, “Mosha” e “Provérbios”, o registro audiovisual oficial coroa a coerente ascensão do Black Pantera ao longo dos 12 anos de existência dessa banda que conseguiu migrar paulatinamente do circuito underground de shows para a rota dos festivais do mainstream.
Esse ascendente movimento mercadológico foi feito pela banda sem diluição do ativismo exposto já nos títulos de composições como “Revolução é o caos” e “Sem anistia”, ambas presentes no roteiro do show captado no Rio. E tampouco sem amenizar o peso da batida metaleira, como atesta o álbum ao vivo gravado no mesmo Circo Voador onde Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora do trio, Deck, assistiu pela primeira vez a um show do Black Pantera.
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